set 24, 2009

Escritora | Categoria Sem categoria | 1 comentario

Quem vê cara, não vê coração

Quem vê cara, não vê coração

Mosca, mosquinha, vás embora

Não me desespere com tuas patinhas

Mosca, não quero tua companhia

Tu me irritas

Com tanto alvoroço

Vás por minhas pernas

Sobes até os meu pescoço

Quando menos espero

Selastes meu corpo com teu abraço

Mosquinha, do tamanho de pivídia

Tão pequenina…!

Conseguiste o que querias

Veja minha aflição

Tamanha a perturbação.

Share
  1. Talita Santiago disse:

    Oi colega! Somos da mesma sala de letras francês, na ufpb. Adorei a poesia da mosca! Beijo!

Deixe seu comentário

*