<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Lourdes Limeira &#187; Teatro</title>
	<atom:link href="http://www.lourdeslimeira.com.br/categoria/teatro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.lourdeslimeira.com.br</link>
	<description>Poesias, Crônicas, Contos e outros</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 18:14:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>A Netinha que mais parece lobo mau</title>
		<link>http://www.lourdeslimeira.com.br/790/</link>
		<comments>http://www.lourdeslimeira.com.br/790/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 14:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lourdeslimeira.com.br/?p=790</guid>
		<description><![CDATA[ 
Eu sou o Lobo Mau&#8230;Lobo Mau&#8230;Lobo Mau
Eu pego Vovozinho pra fazer gagau!
‘Tira essa vigarista daí à vassourada!Ela é pior do que a bandida da mãe dela. Ela fará o maior estrago a nossa família’ – dizia meu irmão, se ele não estivesse morto e enterrado, à sete palmo de terra.
Dia-a-dia, o Vovô viajando na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Chapeuzinho_vermelho.jpg"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Chapeuzinho_vermelho-150x150.jpg" alt="" title="Chapeuzinho_vermelho" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-791" /></a></p>
<p>Eu sou o Lobo Mau&#8230;Lobo Mau&#8230;Lobo Mau<br />
Eu pego Vovozinho pra fazer gagau!</p>
<p>‘Tira essa vigarista daí à vassourada!Ela é pior do que a bandida da mãe dela. Ela fará o maior estrago a nossa família’ – dizia meu irmão, se ele não estivesse morto e enterrado, à sete palmo de terra.<br />
Dia-a-dia, o Vovô viajando na maionese. Somente se deliciando nas carícias daquele pitezinho. Também pudera, coitado! Está com oitenta e cinco anos e desde os cinqüenta que nossa mãe o rejeita. Ela cansou de sexo, teve quinze filhos; creio que isso explica tudo.</p>
<p>&#8216;Ah, o Vovozinho já caiu no papo! Ra&#8230;Ra&#8230;Ra&#8230;!&#8217; &#8211; a maledita.</p>
<p>O pior que tudo estava como ela queria mesmo; a seu bel-prazer!O Vovô estava parido pela Netinha; arreado os quatro pneus.Já passara o nome da desgraça numa procuração dando todo poder pela metade de sua fortuna. Ela não queria mais nada. Tava com a corda toda.</p>
<p>Eu sou o Lobo Mau&#8230;Lobo Mau&#8230; Lobo Mau<br />
Eu pego Vovozinho pra meter o pau!</p>
<p>À tardinha, quando o Vovozinho entra em seu quarto, fica todo ouriçado ao perceber que havia alguém entre os lençóis na sua cama. Aproxima-se.<br />
De repente:</p>
<p>‘Minha Netinha, que olhos tão grandes!’<br />
‘São pra te enxergar, Vovô querido!’<br />
‘E que orelhas tão grandes são essas, minha Netinha?’<br />
‘São pra escutá-lo melhor, Vovozinho do meu coração.’<br />
‘E que boca tão grande é essa?’<br />
‘É pra te comer!’<br />
&#8230;</p>
<p>A história poderia terminar diferente? É óbvio que sim!<br />
Se alguém não gostou desse desfecho, conte outro diferente. Faça-me o favor, sem cerimônia nenhuma, dê um final mais original.<br />
Olha, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia também:</h3><ul><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/monologo/" rel="bookmark" class="crp_title">Monólogo</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/rede-patrimonio-cultural-dos-nordestinos/" rel="bookmark" class="crp_title">Augusto dos Anjos</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/viver-natal-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Viver o Natal</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/rafaela/" rel="bookmark" class="crp_title">Rafaela</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/versos-de-felicidade/" rel="bookmark" class="crp_title">Versos de felicidade</a></li></ul></div><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.lourdeslimeira.com.br%2F790%2F&amp;title=A%20Netinha%20que%20mais%20parece%20lobo%20mau" id="wpa2a_2"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lourdeslimeira.com.br/790/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Monólogo</title>
		<link>http://www.lourdeslimeira.com.br/monologo/</link>
		<comments>http://www.lourdeslimeira.com.br/monologo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 21:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lourdeslimeira.com.br/?p=742</guid>
		<description><![CDATA[	A LOUCURA DE SER LOUCA
Da platéia, a atriz sai
Alguém pode me dizer o que é a loucura?
Ei, o senhor sabe me dizer por que há tanto louco hoje em dia?
A senhora aí, tenho cara de louca?
Ah, você se acha louco? Pode falar, não se sinta envergonhado não!
Alguém, na platéia, conhece algum louco?
Existe alguém aqui que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2010/10/loucos.jpg"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2010/10/loucos-150x150.jpg" alt="" title="loucos" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-766" /></a>	A LOUCURA DE SER LOUCA</p>
<p>Da platéia, a atriz sai<br />
Alguém pode me dizer o que é a loucura?<br />
Ei, o senhor sabe me dizer por que há tanto louco hoje em dia?<br />
A senhora aí, tenho cara de louca?<br />
Ah, você se acha louco? Pode falar, não se sinta envergonhado não!<br />
Alguém, na platéia, conhece algum louco?<br />
Existe alguém aqui que, por acaso, conhece a Juliano Moreira?<br />
O papo é sério! </p>
<p>CENA 1<br />
Num canto qualquer da platéia, já incorporando pouco a pouco o seu personagem<br />
	Eu tenho certeza que sou louca! Louca&#8230;louca&#8230;louca!<br />
Pudera! Desde a infância as pessoas sempre me chamaram de louca! Meu irmão, então, era quem mais gostava de me chamar assim.<br />
A atriz já no palco; vozes narradas como se fossem de sua lembrança	 (no auto-falante); dissonantes.<br />
	“Essa menina é L-O-U-C-A!”<br />
	“Que garota mais louca!”<br />
	“Só pode ser louca”<br />
	“Garotinha, tá louca?”<br />
	“É, só pode ser louca!<br />
	“Louca&#8230;sua louca!<br />
	“Fora daí, sua louca!” </p>
<p>Cena 2<br />
A atriz totalmente incorporada numa louca. A luz se fecha nela.<br />
	Minha irmã, você não enxerga um palmo além do nariz! Meu irmão me odiava, só queria me ver triste. Não sabia quanto suas palavras me feriam! Às vezes, não havia motivos, mas lá estava ele me chamando de alienada, pior<br />
“A b e s t a l h a d a!”</p>
<p>Cena 3<br />
A atriz se olha num espelho, como se tivesse encontrado um sentido novo<br />
	Será que o meu irmão tinha razão? É, vai ver que sou mesmo maluca. Ele sempre mostrou que eu nunca tive nada na cachola. Ele tinha razão! Nunca tive juízo mesmo! O bicho, com certeza, comeu minha massa cinzenta.</p>
<p>Cena 4<br />
Vozes na boca da personagem; repete a cena com seu irmão<br />
	Sua  m a l u c a!<br />
	Louca de pia!<br />
	Você é maluca e não adianta negar!<br />
	Maluca, tá me ouvindo?<br />
	Louquinha de marré de si!</p>
<p>Cena 5<br />
A atriz aperta os ouvidos, andando de um lado pra outro. De uma hora pra outra, como se estivesse cara-a-cara com o irmão.<br />
	Meu irmão, quer saber? Sou louca mesmo e daí? Todo mundo é louco. Não é diferente com você não. Sabe de uma coisa? Sou louca e você não tem nada a ver com isso, seu retardado! Quero ser louca. Gosto de ser louca. Sou louca sim senhor, mas sou feliz, mais louco é quem me diz.</p>
<p>Cena 6<br />
A atriz, nesse instante, dirige-se ao balanço; está muito feliz. Se balança pra lá e pra cá. Dá gargalhada. Gargalha sem parar. De repente, mira séria numa só direção, como se alguém lhe chamasse a atenção.<br />
	Cadê você pai? Preciso do seu amor, do seu abraço. Por que o senhor abandonou minha mãe? A gente era tão feliz. Mas, o senhor tinha que nos deixar. O senhor foi mau conosco!Poxa vida, por que o senhor fez isso?  Como eu gostava de passear no parquinho em sua companhia! O senhor lembra, como brincávamos de gangorra? Mamãe agora trabalha de sol a sol, é doméstica, pra nos sustentar. Não tem tempo pra nada, menos pra brincar comigo. Você onde está, papai? Volta&#8230;sinto muito sua falta! </p>
<p>Cena 7<br />
Sem quê nem pra quê,  a atriz tira a saia; fica de cócoras, parece até que vai fazer xixi.<br />
Finalmente, a atriz se encolhe, encolhe-se enrolada na própria saia; escondendo-se do espectador; é como se quisesse sumir dali. Após um ou dois segundos, a atriz se recompõe. Dirige-se tranquilamente à platéia como se fosse dizer alguma coisa.<br />
Ao invés disso, senta-se numa poltrona, como qualquer outro espectador; e por fim, surge um telão no palco e aparece um psicólogo ou alguém da área falando sobre a loucura. </p>
<p>Cena 8<br />
Debate entre os espectadores<br />
Nesse ínterim, vem um câmara-man e filma cada uma pessoa falando o que pensa sobre a loucura. Por fim, fecha-se a cortina e dar-se por encerrado. </p>
<p>Objetivo geral do texto:<br />
Conseguir abrir diálogo sobre a loucura. Reflexão sobre a temática de forma bem objetiva e pragmática.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia também:</h3><ul><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/790/" rel="bookmark" class="crp_title">A Netinha que mais parece lobo mau</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/ilusao-de-menina/" rel="bookmark" class="crp_title">ILUSÃO DE MENINA</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/buraco-negro/" rel="bookmark" class="crp_title">BURACO NEGRO</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/roteiro-do-curta-metamorfoses/" rel="bookmark" class="crp_title">Roteiro do Curta Metamorfoses</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/desncontro/" rel="bookmark" class="crp_title">DESENCONTRO</a></li></ul></div><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.lourdeslimeira.com.br%2Fmonologo%2F&amp;title=Mon%C3%B3logo" id="wpa2a_4"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lourdeslimeira.com.br/monologo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>DICAS DE DRAMATURGIA</title>
		<link>http://www.lourdeslimeira.com.br/dicas-de-dramaturgia/</link>
		<comments>http://www.lourdeslimeira.com.br/dicas-de-dramaturgia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 13:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lourdeslimeira.com.br/?p=84</guid>
		<description><![CDATA[1. Ação dramática &#8211; é a parte do conflito; apresenta-se com início, desenvolvimento, eclosão (ápice) e resolução.
Aponta Hegel in Estética. Poesia, p. 393; citado no livro de Pallottini: O que é dramaturgia:
o conflito(colisão) como sendo a pedra de toque do
drama. O interesse dramático só nasce da colisão
entre os objetivos dos personagens. A concentração
de todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Ação dramática</strong> &#8211; é a parte do conflito; apresenta-se com início, desenvolvimento, eclosão (ápice) e resolução.</p>
<p>Aponta Hegel in Estética. Poesia, p. 393; citado no livro de Pallottini: O que é dramaturgia:</p>
<p>o conflito(colisão) como sendo a pedra de toque do</p>
<p>drama. O interesse dramático só nasce da colisão</p>
<p>entre os objetivos dos personagens. A concentração</p>
<p>de todos os elementos do drama na colisão é que</p>
<p>constitui o nó da obra.</p>
<p><strong>2. Diz ainda Hegel, Ibid, p. 451:</strong> Os personagens da tragédia antiga, verdadeiras estátuas vivas, são isentos de conflitos íntimos; diferente da tragédia moderna que os personagens se apropriam, desde do começo, do princípio da personalidade ou da subjetividade. Faz do caráter pessoal em si, e não da individualização das forças morais, sem objetivo próprio e fundo de suas representações.</p>
<p>Por conseguinte, para Hegel o herói moderno enfrenta conflitos que dependem de seu próprio caráter, padecendo de seus conflitos interiores.</p>
<p><strong>3. Atendo-se mais à idéia de conflito</strong>, diz Hegel que a finalidade de uma ação só é dramática se produzir paixões opostas, interesses (idéias e verdades morais ou religiosas, princípios de direito, do amor à pátria ou a outrem, sentimentos de família etc. (de caráter elevado, divino e verdadeiro).</p>
<p><strong>4. Unidade de ação</strong> &#8211; conforme Hegel a unidade de ação é caracterizada pelas ações (e vontades), caminhando para o seu desenlace. A verdadeira unidade de ação só se realiza no movimento total, incluindo todas as vontades e colisões.</p>
<p><strong>5. Progressão dramática</strong> &#8211; é a precipitação contínua até o fim, o que se explica pelo conflito. À medida que as forças contrárias chegam ao ponto maior do desacordo entre sentimentos, objetivos e atos, mas sente-se a necessidade de solução; os acontecimentos são impelidos a uma solução,ou seja, desemboca na dinâmica do conflito.</p>
<p><strong>6. Obstáculos a serem superados pelos heróis dramáticos</strong> &#8211; Brunetière examina, que são eles:</p>
<p><strong>a)</strong> Intransponíveis – destino para os gregos; providência para os cristãos; as leis da natureza; as paixões violentas para nós; daí vontades do personagem x obstáculo interior = <strong>tragédia</strong>;</p>
<p><strong>b)</strong> Transponíveis – geralmente formados por preconceito ou pela vontade de outros homens, então temos o <strong>drama</strong>.</p>
<p><strong>c)</strong> Vontades opostas – quando se consegue equilibrar ao obstáculo à vontade; quando se consegue transpô-lo; aí é <strong>comédia</strong>.</p>
<p><strong>d)</strong> Relativizando o conjunto, localização do obstáculo na ironia da sorte, num preconceito ridículo, ou na desproporção entre os meios e os fins, temos então a <strong>farsa</strong>.</p>
<p><strong>7. Hegel, Aristóteles, Dryden e Brunetière são da mesma opinião:</strong> Teatro é ação; ação dramática é conflito, em geral de vontades conscientes em busca de seus objetivos. Isso se se fala em teatro dramático, em teatro aristotélico (não becketiano).</p>
<p><strong>8. Becket faz as comparações entre forma dramática e forma épica de teatro a seguir:</strong></p>
<p><strong>Forma dramática X Forma épica</strong></p>
<p>Realiza-se através da ação &#8211; Narração</p>
<p>Envolve o espectador &#8211; Torna o espectador observador</p>
<p>Gasta -lhe a atividade &#8211; Desperta a sua atividade</p>
<p>Possibilita-lhe emoções &#8211; Força-o a tomar decisões</p>
<p>Dá-lhe vivência &#8211; Dá-lhe concepção de mundo</p>
<p>O espectador é posto dentro de algo &#8211; Age por meio de sugestão</p>
<p>Os sentimentos são conservados &#8211; O espectador é impelido a efetivar atos do conhecimento</p>
<p>O espectador identifica-se, convive &#8211; O espectador estuda</p>
<p>O homem é imutável &#8211; O homem é objeto de pesquisa</p>
<p>O homem é não muda &#8211; O homem é mutável</p>
<p>Tensão visando ao desfecho &#8211; Visa ao desenvolvimento</p>
<p>9. Diz também Stanislaviski que a construção do personagem passa pelo treinamento do corpo e do trabalho rigoroso da voz.</p>
<p>10. Ainda Stnislaviski, o trabalho do ator não é uma simples imitação, ou a repetição do trabalho dos atores. Será sempre o resultado de uma criação original.</p>
<p>Fonte Bibliográfica</p>
<p>PALLOTTINI. R. O QUE É DRAMATURGIA.1ª. Ed., editora brasiliense, São Paulo: 2005,(Coleção primeiros passos).</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia também:</h3><ul><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/mulher-x-homem-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Mulher X Homem</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/dicas-sobre-o-emprego-dos-pronomes-relativos/" rel="bookmark" class="crp_title">Dicas sobre o emprego dos pronomes relativos</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/dicas-de-como-se-expressar-adequadamente-na-lingua-escrita/" rel="bookmark" class="crp_title">Dicas de qualidade textual</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/como-fazer-uma-boa-dissertacao-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Cola prá vestibular &#8211; Como escrever uma boa dissertação</a></li><li><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/rio-negro/" rel="bookmark" class="crp_title">RIO NEGRO</a></li></ul></div><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.lourdeslimeira.com.br%2Fdicas-de-dramaturgia%2F&amp;title=DICAS%20DE%20DRAMATURGIA" id="wpa2a_6"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lourdeslimeira.com.br/dicas-de-dramaturgia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

