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	<title>Lourdes Limeira &#187; Gêneros</title>
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	<description>Poesias, Crônicas, Contos e outros</description>
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		<title>Boi na linha</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:23:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Um boi a mugir
Esse boi confessa algo importante
Sobre sua amada
A vaquinha branca e preta
A sua queridinha, a malhada
Ele muge sem parar
Sua dor está no chifre
Que está a brotar
Da danada da marvada
Pois ela atira lorota pro boi tatá
Não dá bola para o boi prateado
Que está a esguelhar.
A beldade da vaquinha
Já tem outro boi na moita
Preencheu, à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2012/02/boi-harnessed-campo_u18221668.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1028" title="boi-harnessed-campo_~u18221668" src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2012/02/boi-harnessed-campo_u18221668-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Um boi a mugir</p>
<p>Esse boi confessa algo importante</p>
<p>Sobre sua amada</p>
<p>A vaquinha branca e preta</p>
<p>A sua queridinha, a malhada</p>
<p>Ele muge sem parar</p>
<p>Sua dor está no chifre</p>
<p>Que está a brotar</p>
<p>Da danada da marvada</p>
<p>Pois ela atira lorota pro boi tatá</p>
<p>Não dá bola para o boi prateado</p>
<p>Que está a esguelhar.</p>
<p>A beldade da vaquinha</p>
<p>Já tem outro boi na moita</p>
<p>Preencheu, à doidivanas, seu coração</p>
<p>Doente de tesão.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha: O mar poético de Lúcio Lins</title>
		<link>http://www.lourdeslimeira.com.br/resenha-mar-poetico-de-lucio-lins/</link>
		<comments>http://www.lourdeslimeira.com.br/resenha-mar-poetico-de-lucio-lins/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 01:18:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[		
TODAS AS ÁGUAS
InterArte Comunicaçoes
Capa: Archidy Picado Filho
João Pessoa- 2006
		                 Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.
                     [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/luciolins.jpg"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/luciolins-150x150.jpg" alt="" title="luciolins" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-909" /></a>		</p>
<p>TODAS AS ÁGUAS<br />
InterArte Comunicaçoes<br />
Capa: Archidy Picado Filho<br />
João Pessoa- 2006<br />
		                 Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.<br />
                                                               Fernando Pessoa</p>
<p>Livro que não poderá faltar em sua estante; isso porque o mesmo trata, de forma didática,  das obras do célebre Poeta paraibano Lúcio Lins. Trabalho muito bem produzido sob a coordenação de Wanderley Farias.<br />
Pensem num livro bom! Isso mesmo, o livro é de peso. Mostra toda a grandiosa produção literária desse Poeta, que não tenho nem palavras pra dizer tamanha a sua magnitude.<br />
Todas as Águas é um livro composto por 206 páginas repletas da verve criadora de Lúcio Lins.</p>
<p>Divide-se em:<br />
I)O primeiro livro, publicado em 1982 pela editora Universitária, traz como título: lado que cavo que covas; refere-se ao seu poema da página  27.<br />
Veja:<br />
	quando de um lado<br />
	cavo<br />
 	de um outro<br />
	covas</p>
<p>é no cimento armado<br />
		    armando<br />
a arquitetura prolixa<br />
de não sobre sim sobre não</p>
<p>quando de um lado<br />
cavo<br />
covas<br />
de um outro</p>
<p>São 55 páginas de imaginação e inspiração.</p>
<p>Vê-se em:</p>
<p>	Exércicio Agrícola<br />
	acerca<br />
	de mil anos<br />
	estamos nos<br />
	cercados</p>
<p>	calo na mão<br />
	a enxada<br />
	e a par<br />
	do que cava<br />
de terra<br />
o piso<br />
e piso<br />
na terra (pg.32)</p>
<p>Pouco mais de sua inventiva criação:<br />
Paralelo<br />
no sentido lato<br />
entre os cães de rua<br />
sob o pelo menos<br />
morder a óssea vida</p>
<p>agitando a cauda<br />
do não<br />
ou sim<br />
ser meu animal<br />
mais amigo homem</p>
<p>II) Já em ‘As Lãs da Insônia’, segundo livro, publicado em 1991, pela editora Ideia Ltda., o poeta mostra-se apaixonado.<br />
Observe:<br />
		da musa<br />
	são coisas tuas<br />
os meus pertences<br />
do espelho ao pente<br />
- tudo com que faço<br />
formas</p>
<p>meu<br />
assanhar teus cabelos<br />
deixando a rima<br />
solta ao vento</p>
<p>meu<br />
alinhar tuas palavras<br />
frente ao espelho<br />
de um novo espelho</p>
<p>é coisa tua<br />
colocar-me<br />
entre teus parentes (pg. 83)</p>
<p>Também no poema abaixo, a paixão é recorrente:<br />
		fóssil<br />
	quantos marinheiros<br />
 	fizeram a pedra<br />
	do meu porto<br />
	hoje náufragos<br />
	fazem a lápide<br />
	do meu corpo</p>
<p>	sou um porto de emoções<br />
	o cais (meu coração)<br />
	tem outra história ancorada</p>
<p>III) Perdidos Astrolábios, o seu terceiro livro, editado pela Universitária, datado de 1999, com 38 páginas do universo aquático, tem como texto inicial ‘Diante D’Rei’- é um poema de caráter dramático. São as falas de 10 náufragos.</p>
<p>(O Mar é tipo uma obsessão)<br />
Observe em:<br />
	Memória das águas<br />
		Para Adeildo Vieira<br />
sei do mar<br />
do seu sal<br />
suas palavras naus<br />
e toda paisagem<br />
uma vista de Portugal</p>
<p>sei do mar<br />
do seu longe<br />
sua história mangue<br />
e o barulho nas ondas<br />
uma linguagem lusitatana</p>
<p>sei do mar<br />
que o mar<br />
ainda é um silêncio<br />
e a palavra mar<br />
um oceano de palavras (p.112)</p>
<p>Ainda o Mar:<br />
	O velho e o Mar<br />
		Para Edônio Alves do Nascimento<br />
		E Milton Marques Júnior<br />
conheço o mar<br />
com o mar<br />
vocabulário parco<br />
o mar<br />
aquém do barco<br />
(os pulmões<br />
superinflados<br />
pela brisa<br />
e a barba<br />
de espumas e sargaços)<br />
se me dizem<br />
mais<br />
me dizem búzios<br />
que as marés<br />
esculpem<br />
que os mares<br />
se ocultam</p>
<p>eis o mar que escuto! (p. 106)</p>
<p>Um Mar bem nosso: Cabo Branco<br />
	extremo Cabo Branco<br />
	estranho trampolim<br />
ao contemplar o Atlântico<br />
o mar mergulha em mim (p.110)</p>
<p>E mais Mares dantes navegados, veja:<br />
	Águas de beber<br />
		Para Magdelaine Ribeiro<br />
	o mar<br />
	de Camões</p>
<p>	o mar<br />
	em Pessoa (p.111)<br />
IV) Há ainda os textos inéditos, que estão entre as páginas 131 e 150. Fora as parcerias musicais com várias personagens artísticas, como: Fuba, Byaya, Zé Wagner, Xisto Medeiros, Salvador de Alcântara, Chico Víola, Paulo Ró, Pedro Osmar, e tantos outros.</p>
<p>V) Depois tem ainda, os Rabiscos do poeta, as Anotações e a Memória fotográfica.</p>
<p>VI) Por fim, ‘O oceano de palavras em Lúcio Lins’, análise literária sobre o próprio por Magdelaine Ribeiro – Profa. de Literatura da Universidade de Bordeaux III, França.</p>
<p>Como se ver, o livro em foco, Todas as águas é um belo livro. E recomendo-o para aqueles que desejam ficar a par da vida e obra desse Poeta paraibano: Lúcio Sérgio Ferreira Lins.</p>
<p>Façam um excelente proveito!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Euclides da Cunha</title>
		<link>http://www.lourdeslimeira.com.br/euclides-da-cunha/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 13:25:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Morreu de morte matada
A 15 de agosto de 1909
Um século de sua ida
Pra cidade de pés juntos
Como, então, pode tal fato
Passar em brancas nuvens?
         2
Homem das letras
Da prosa e da poesia
Será pra sempre lembrado
Em nosso coração palpita
Uma de sua mais linda epopeia
‘Os Sertões’, uma obra completa.
3
Descrição fiel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/images.jpg"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/images-150x150.jpg" alt="" title="images" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-905" /></a></p>
<p>Morreu de morte matada</p>
<p>A 15 de agosto de 1909</p>
<p>Um século de sua ida</p>
<p>Pra cidade de pés juntos</p>
<p>Como, então, pode tal fato</p>
<p>Passar em brancas nuvens?</p>
<p>         2</p>
<p>Homem das letras</p>
<p>Da prosa e da poesia</p>
<p>Será pra sempre lembrado</p>
<p>Em nosso coração palpita</p>
<p>Uma de sua mais linda epopeia</p>
<p>‘Os Sertões’, uma obra completa.</p>
<p>3</p>
<p>Descrição fiel do sertanejo</p>
<p>A Terra, O Homem</p>
<p>Além disso, A Luta</p>
<p>Como não valorizar alguém dessa monta?</p>
<p>Nossa literatura é o que é</p>
<p>Porque nosso escritor é dessa conta.</p>
<p>         4</p>
<p>Euclides da Cunha</p>
<p>Homem sensível e de caráter</p>
<p>Revelou nossa terra como nenhum outro</p>
<p>Em Canudos, o beato Antônio Conselheiro</p>
<p>Fez miséria lá pra o lado da Bahia</p>
<p>Foi um cão chupando manga.</p>
<p>         5</p>
<p>“Em 1897 – a Guerra de Canudos </p>
<p>precisa ser lembrada”, disse</p>
<p>Maria de Belém (mestra)</p>
<p>Historiadora</p>
<p>Conhecedora dos fatos</p>
<p>Que só se contam na escola.</p>
<p>         6</p>
<p>Muita gente se lembra</p>
<p>Do beato Conselheiro</p>
<p>Homem de sangue nas ventas</p>
<p>Arregimentou o sertão</p>
<p>Pra uma briga de facão</p>
<p>Contra os coronéis latifundiários.</p>
<p>7</p>
<p>Lá no sertão,  um sofrimento só</p>
<p>No Arraial de Canudos</p>
<p>Notícia pra o Brasil inteiro</p>
<p>A polícia aos pulos</p>
<p>Diante da saga daqueles guerreiros.</p>
<p>         8</p>
<p>Muita matança&#8230;</p>
<p>Que raça de covardes!</p>
<p>Toda aquela gente dizimada</p>
<p>Não contaram conversa</p>
<p>Transformaram o povoado em lenda</p>
<p>E o lugar virou cinzas.</p>
<p>9</p>
<p>Virgem Santíssima, mãe de Jesus Cristo!</p>
<p>Uns milicos demoníacos!</p>
<p>O sangueiro escorrera nos lajedos</p>
<p>As mocinhas se escondiam</p>
<p>Era demasiada a extravagância</p>
<p>Grande coisa aqueles anticristos!</p>
<p>         10</p>
<p>Quando me contaram o ocorrido</p>
<p>Fiquei zonzo só de imaginar</p>
<p>Tremi nas bases</p>
<p>Senti um medo da bexiga taboca</p>
<p>Borrei nas calças</p>
<p>Resolvi botar a boca no trombone.</p>
<p>         11</p>
<p>O inferno está cheio daqueles incréus</p>
<p>O fogo queimando os seus traseiros</p>
<p>Que nem Zebedeu</p>
<p>Pois a justiça dos céus</p>
<p>Tarda, mas não falha</p>
<p>Bota pra arder os ateus.</p>
<p>         12</p>
<p>Eu não sinto um pingo de pena</p>
<p>Posso mesmo é comemorar</p>
<p>Já que quem faz aqui na terra</p>
<p>Tem mais que pagar</p>
<p>Se eles entraram na chuva</p>
<p>Tinham que se molhar.</p>
<p>         13</p>
<p>Ó, Euclides!</p>
<p>Cumpriste a tua missão</p>
<p>Relatando as atrocidades</p>
<p>E opressão</p>
<p>Contra aquela gente humilde</p>
<p>Que não arregou nenhum tiquinho.</p>
<p>         14</p>
<p>Lá pra banda do Amazonas</p>
<p>Euclides resolveu se enfiar</p>
<p>Riquezas pra todo lado</p>
<p>E piratas a se refestelar</p>
<p>O escritor queria tudo anotar</p>
<p>A beleza da natureza fizera o homem delirar.</p>
<p>         15</p>
<p>O látex estava na vez da bola</p>
<p>Os seringais fascinaram os barões</p>
<p>Eram um chama pros gringos</p>
<p>Inglês, americano, e japonês</p>
<p>Os nordestinos faziam a borracha</p>
<p>E as prostitutas francesas, a cama dos patrões.</p>
<p>         16</p>
<p>Aquilo não passara de sonho</p>
<p>Para os senhores feudais brasileiros</p>
<p>Não levou muito tempo</p>
<p>A derrocada da opulência</p>
<p>Tudo fora roubado</p>
<p>E levado para as terras europeias.</p>
<p>         17</p>
<p>A Floresta Amazônica está na mira agora</p>
<p>Quem tiver ouvido, ouça</p>
<p>A Amazônia é nossa!</p>
<p>Ninguém tasca aquele presente de Deus</p>
<p>Mas, pra isso</p>
<p>Precisamos nos obstinar, ora!</p>
<p>         18</p>
<p>Com o escritor Euclides</p>
<p>Quero me congratular</p>
<p>Refletir a nossa realidade</p>
<p>Convocar o meu país</p>
<p>A ficar de olhos bem abertos</p>
<p>E cuidar do nosso ‘Eldorado’.</p>
<p>         19</p>
<p>Sejamos destemidos</p>
<p>Encaremos nossa batalha de frente</p>
<p>Bater pino nessa hora</p>
<p>É pura ‘lezeira-baré’</p>
<p>O caldeirão tá fervendo</p>
<p>Encaremos a crise, pois não somos dementes.</p>
<p>         20</p>
<p>A luta é de foice</p>
<p>Será que estamos preparados?</p>
<p>Não podemos titubear</p>
<p>Nesse impasse global</p>
<p>O dia D tá chegando</p>
<p>Não pensem que é só carnaval.</p>
<p>         21</p>
<p>Euclides, ó Euclides!</p>
<p>Onde estás que não respondes?</p>
<p>Esses cem anos se comemora tua partida</p>
<p>Os nossos correligionários precisam mais</p>
<p>Abrir os olhos</p>
<p>Se tocarem com os desmandos.</p>
<p>         22</p>
<p>Os paraibanos tem uma missão</p>
<p>Darem a sua contribuição</p>
<p>A flecha foi lançada</p>
<p>Aquinhoemos nossas obrigações</p>
<p>Façamos nossa parte</p>
<p>Pois seremos por todos ovacionados.</p>
<p>         23</p>
<p>Armemo-nos até os dentes</p>
<p>A peleja vai ser de amargar</p>
<p>O bicho vai pegar</p>
<p>Ao Chaves, temos que nos atrelar</p>
<p>Somente ele pra nos ajudar</p>
<p>Ele tem cacife e é nisso paxá.</p>
<p>         24</p>
<p>Conterrâneos, não neguemos fogo!</p>
<p>Não batam pino</p>
<p>Fiquemos atentos</p>
<p>Peguemos as metralhadoras</p>
<p>Enquanto o caldeirão esquenta</p>
<p>A batata logo está ao dente.</p>
<p>         25</p>
<p>É matar ou matar</p>
<p>Se você está com medo</p>
<p>Não precisa me seguir</p>
<p>Chupe gelo</p>
<p>Esconda-se</p>
<p>Deixe tudo comigo.</p>
<p>         26</p>
<p>Homem não chora</p>
<p>Quem já viu homem chorar?</p>
<p>Mulher também não</p>
<p>E eu vou provar</p>
<p>Tá aqui minha peixeira</p>
<p>Digo-te com firmeza: vamos precisar</p>
<p>O negócio vai arrochar.</p>
<p>         27</p>
<p>Olha aí o meu recado</p>
<p>Que ele sirva de aviso</p>
<p>Que meu discurso repercuta</p>
<p>Seja o alerta que todos precisam</p>
<p>E os brasileiros se conscientizem</p>
<p>Pois o problema é de morte.</p>
<p>         28</p>
<p>Aquele que sobreviver</p>
<p>Será, enfim, jubilado</p>
<p>Viverá feliz e na paz</p>
<p>E nosso país agraciado</p>
<p>Livre dos espertalhões</p>
<p>‘Donos do mundo’.</p>
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		<title>RESENHA: O Evangelho segundo D. Aldo Pagotto</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 23:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ALDO PAGOTTO]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Evangelho segundo Dom Aldo Pagotto
Editorial Forma
João Pessoa-PB/2011
O Evangelho nos nossos dias, de Dom Aldo, é um evangelho bem mais aprofundado que o de João, Mateus, Marcos e Lucas precursores de Jesus, porque esses registraram apenas os milagres de Deus. Já Dom Aldo abre portas para o leitor questionar-se sobre si e sua vida cristã, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/dom_aldo_pagotto02.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-902" title="dom_aldo_pagotto02" src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/12/dom_aldo_pagotto02-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
O Evangelho segundo Dom Aldo Pagotto<br />
Editorial Forma<br />
João Pessoa-PB/2011</p>
<p>O Evangelho nos nossos dias, de Dom Aldo, é um evangelho bem mais aprofundado que o de João, Mateus, Marcos e Lucas precursores de Jesus, porque esses registraram apenas os milagres de Deus. Já Dom Aldo abre portas para o leitor questionar-se sobre si e sua vida cristã, além de reafirmar que a verdadeira luz e esperança encontram-se, sem dúvida, em servir ao Filho de Deus nessa nossa sociedade conturbada.<br />
Incompreensões de toda sorte, pichações na igreja matriz, perseguições, enfim ignorâncias à parte.<br />
Dom Aldo Pagotto conseguiu dizer a que veio nessa linda obra. Hoje ele está de alma lavada, pois mostrou para os paraibanos de que é capaz: ele segue, na íntegra, as regras de Nosso Pai. Mais, que cada um pode passar pelo deserto a qualquer momento; o dele foi superado.<br />
A obra se constitui de 291 páginas de ensinamentos e sabedoria. Dividido em 9 partes, com temas diversos: desde aborto, passando por homofobia, bullying, células troncos, jogos de azar, movimentos sociais, convivência e segurança cidadã, entre outros.</p>
<p>Veja:<br />
pg.27 “&#8230;Hoje se rebola um filho recém-nascido em qualquer canto. Fetos são encontrados no lixo, no mato, ao lado de uma lagoa.”<br />
pg.68 “O homossexualismo é um movimento internacional organizado e articulado em rede, com forte marketing e respaldo financeiro, contando com influentes, sobretudo nas dimensões sócios-culturais.”<br />
pg.46 “&#8230;O que fazer para superar a violência nas escolas?(&#8230;)No entanto, precisamos discernir e decidir, propondo medidas concretas, emergenciais.”<br />
pg.55 “A discussão e resolução sobre a liceidade de uso de embriões humanos por fins terapêuticos nos obriga a refletir&#8230;”<br />
pg.170 “Foi aprovada nas diversas instâncias da Comissão de Constituição e Justiça da Câmera dos Deputados o projeto que legaliza o funcionamento de bingos eletrônicos de azar no país”<br />
pg.208 “O MST se originou da CPT, movimento que nasceu da atuação de alguns bispos.”<br />
pg.277 “É indispensável que a população se conscientize e se envolva efetivamente. Para esse engajamento, surge o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) uma espécie de ‘PAC’ para organização e sustentabilidade dos serviços de segurança pública.”</p>
<p>Essa amostra grátis do livro em destaque é só para dar uma apimentada num potencial leitor.<br />
Esse é, com certeza, o melhor presente neste Natal.<br />
Fiz a minha parte. Recomendo-o a todos, cristãos e pagãos.<br />
Fiquem na paz.<br />
BOAS FESTAS!</p>
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		<title>La guerra</title>
		<link>http://www.lourdeslimeira.com.br/la-guerra-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 13:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lourdeslimeira.com.br/?p=869</guid>
		<description><![CDATA[
POR SUPUESTO JESUS HOY
ESTÁ MUY DESCONTENTO
COM LA HUMANIDAD DE LA TIERRA.
HOY MÁS QUE AYER
ÉL ESTÁ SIN PALABRAS Y SIN FUERZAS
PARA SALVAR LOS ERRORES DE LOS HOMBRES.
NADA PODRÁ PROBAR EN LO CONTRARIO
_ LOS PUEBLOS YA NO TIENE SALVACIÓN _
ESTÁN TODOS FADADOS AL CAOS.
Y ÉSTO ES IRREVERSIBLE
NO HAY VUELTA
QUISERA FUESE MENTIRA
TODA ESA REALIDAD
PERO ES LA MÁS CRUDA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/06/nina_kim_phuc_guerra_vietnam.jpg"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/06/nina_kim_phuc_guerra_vietnam-150x150.jpg" alt="" title="nina_kim_phuc_guerra_vietnam" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-868" /></a></p>
<p>POR SUPUESTO JESUS HOY<br />
ESTÁ MUY DESCONTENTO<br />
COM LA HUMANIDAD DE LA TIERRA.</p>
<p>HOY MÁS QUE AYER<br />
ÉL ESTÁ SIN PALABRAS Y SIN FUERZAS<br />
PARA SALVAR LOS ERRORES DE LOS HOMBRES.</p>
<p>NADA PODRÁ PROBAR EN LO CONTRARIO<br />
_ LOS PUEBLOS YA NO TIENE SALVACIÓN _<br />
ESTÁN TODOS FADADOS AL CAOS.</p>
<p>Y ÉSTO ES IRREVERSIBLE<br />
NO HAY VUELTA<br />
QUISERA FUESE MENTIRA<br />
TODA ESA REALIDAD<br />
PERO ES LA MÁS CRUDA VERDAD.</p>
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		<title>Um filme hollywoodiano</title>
		<link>http://www.lourdeslimeira.com.br/um-filme-hollywoodiano/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 13:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na praia de Cabo Branco
Você me esperava ao som do mar
Ao sol raiar.
No meio da tarde
A maré alta
Ali, sentados, moles ficávamos.
No mar verdinho
Os mistérios sem limites
Em nós, o amor a galopar.
Nas nossas vidas
Um verão inesquecível
Tu, amante sensível.
Em nossos sonhos
Um amor hollywoodiano
Com The Happy End no final.
Leia também:O MarO Menino e o MarViver o NatalAMORMar dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Broadway-1.jpg"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Broadway-1-150x150.jpg" alt="" title="Broadway-1" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-864" /></a></p>
<p>Na praia de Cabo Branco<br />
Você me esperava ao som do mar<br />
Ao sol raiar.</p>
<p>No meio da tarde<br />
A maré alta<br />
Ali, sentados, moles ficávamos.</p>
<p>No mar verdinho<br />
Os mistérios sem limites<br />
Em nós, o amor a galopar.</p>
<p>Nas nossas vidas<br />
Um verão inesquecível<br />
Tu, amante sensível.</p>
<p>Em nossos sonhos<br />
Um amor hollywoodiano<br />
Com The Happy End no final.</p>
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		<title>O Sapo</title>
		<link>http://www.lourdeslimeira.com.br/832/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 16:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lourdeslimeira.com.br/?p=832</guid>
		<description><![CDATA[
No meio da rua deserta
Vai o sapo imponente
Quando se depara com o embuá.
Pára, mira-o; segue enfrente
É um bicho inocente.
Eu também bicho-homem a passear
Já o olhei de soslaio
Malicioso como sempre.
O Sapo no seu passeio noturno
Não quer nem saber
O que está a pensar o seu predador.
“_ A rua é pública!”
Vai em seu caminho
Todo sorridente
Não sabe ele que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/images1.jpg"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/images1-150x150.jpg" alt="" title="images" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-833" /></a></p>
<p>No meio da rua deserta<br />
Vai o sapo imponente<br />
Quando se depara com o embuá.</p>
<p>Pára, mira-o; segue enfrente<br />
É um bicho inocente.</p>
<p>Eu também bicho-homem a passear<br />
Já o olhei de soslaio<br />
Malicioso como sempre.</p>
<p>O Sapo no seu passeio noturno<br />
Não quer nem saber<br />
O que está a pensar o seu predador.</p>
<p>“_ A rua é pública!”</p>
<p>Vai em seu caminho<br />
Todo sorridente<br />
Não sabe ele que é seu último luar<br />
Nunca mais içará o papo<br />
Um chute lhe mandará pro inferno<br />
E naquela rua jamais pisará; e muito menos<br />
Verá aqueles olhos que somente refletem desdém.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dia dos Namorados</title>
		<link>http://www.lourdeslimeira.com.br/dia-dos-namorados/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 16:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lourdeslimeira.com.br/?p=826</guid>
		<description><![CDATA[
Não engulo esse modismo
Pra mim, dia de namorar é todo dia
Por que não se cria o dia do babaca?
Babaca?&#8230;Tolo?&#8230;Idiota? Dar no mesmo!
Tá de bom tamanho
Por que dia de namorado?! Me poupe!
Zélezinho  é então contemplado
Seu prêmio deveria ser um saco de pipoca
De lambuja, e o cetro do boboca!
Quem já viu dia de namorar, homem?
Creio que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/caucasiano-macho-branca_HP1873.jpg"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2011/05/caucasiano-macho-branca_HP1873-150x150.jpg" alt="" title="caucasiano-macho-branca_~HP1873" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-827" /></a></p>
<p>Não engulo esse modismo<br />
Pra mim, dia de namorar é todo dia<br />
Por que não se cria o dia do babaca?</p>
<p>Babaca?&#8230;Tolo?&#8230;Idiota? Dar no mesmo!<br />
Tá de bom tamanho<br />
Por que dia de namorado?! Me poupe!</p>
<p>Zélezinho  é então contemplado<br />
Seu prêmio deveria ser um saco de pipoca<br />
De lambuja, e o cetro do boboca!</p>
<p>Quem já viu dia de namorar, homem?<br />
Creio que isso é coisa de ignóbil<br />
Que, com certeza, não sai da toca.</p>
<p>Como dois e dois são quatro<br />
Dia dos Namorados é dia do capitalista<br />
Enriquecer, literalmente, os seus cofres.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Amo o Bessa</title>
		<link>http://www.lourdeslimeira.com.br/amo-bessa/</link>
		<comments>http://www.lourdeslimeira.com.br/amo-bessa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 18:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lourdeslimeira.com.br/?p=750</guid>
		<description><![CDATA[A praia do Bessa é o point
Águas claras e quentinhas
Curte-se ondas iradinhas.
Tem-se qualidade de vida aí nesse Bairro
Passea-se, joga-se bola, e também faz-se  caminhadas
Quando as ondas estão boas, dá-se até rasgadas.
Os barzinhos Peixe Elétrico, Golfinho e outros
Recebem os turistas como ninguém
A moçada come petiscos da d. Neném.
Raro quem não quer voltar
Pode morar do outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2010/11/OgAAALA36RTDgjLOYTuJEqK84JG1rJo_im_M-c6OpsnkkcN3FE9Jgw0mLxmJLlQn7l9SETnR8Xa9I6ERx-yYLO-zro8Am1T1UOozQnqYH9tZR5M08pQBptv_tJap.jpg"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2010/11/OgAAALA36RTDgjLOYTuJEqK84JG1rJo_im_M-c6OpsnkkcN3FE9Jgw0mLxmJLlQn7l9SETnR8Xa9I6ERx-yYLO-zro8Am1T1UOozQnqYH9tZR5M08pQBptv_tJap-150x150.jpg" alt="" title="OgAAALA36RTDgjLOYTuJEqK84JG1rJo_im_M-c6OpsnkkcN3FE9Jgw0mLxmJLlQn7l9SETnR8Xa9I6ERx-yYLO-zro8Am1T1UOozQnqYH9tZR5M08pQBptv_tJap" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-753" /></a>A praia do Bessa é o point<br />
Águas claras e quentinhas<br />
Curte-se ondas iradinhas.</p>
<p>Tem-se qualidade de vida aí nesse Bairro<br />
Passea-se, joga-se bola, e também faz-se  caminhadas<br />
Quando as ondas estão boas, dá-se até rasgadas.</p>
<p>Os barzinhos Peixe Elétrico, Golfinho e outros<br />
Recebem os turistas como ninguém<br />
A moçada come petiscos da d. Neném.</p>
<p>Raro quem não quer voltar<br />
Pode morar do outro lado do mar<br />
Cria-se elo com o lugar.</p>
<p>Oh, vida mansa, amiga!<br />
Viver nesse lugar parece sempre domingo<br />
Não se reclama nem dos pernilongos.</p>
<p>Vamos! Agendem já o seu passeio<br />
Parada certa na Pousada do Beto<br />
Curtam à vontade; aproveitem esse projeto!<br />
O Bessa é o lugar que se pediu a Deus<br />
Supermercados pra todo lado<br />
Escolas, Shoppings; e mais, todo saneado.</p>
<p>Amo esse bairro como se fosse só meu<br />
E falo de coração<br />
Não o troco por nenhum outro, nem pelo Retão.</p>
<p>Sou feliz em residir nesse pedacinho do céu<br />
Digo-lhe mais, a sorte foi lançada; eu recebi o meu<br />
Ou melhor, vou ficar calada.</p>
<p>Não quero esnobar ninguém; mas saiba não minto<br />
Apenas exponho-lhe o que sinto<br />
Em relação a esse bairro tão querido.</p>
<p>Amo o Bessa<br />
Com toda franqueza<br />
E esse amor é a minha certeza.</p>
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		<title>Receita de fazer versos</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 00:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lourdes Limeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vladimir Maiakóvski em uma de suas célebres frases
Disse : “Eu não forneço regra prá que uma pessoa
torne-se poeta ou escreva versos. E, em geral,
tais regras não existem. Chama-se poeta
justamente quem cria estas regras poéticas.”
Confabulo:
 O Verso nasce da sublimação
Do tesão
Da perseguição
E também da submissão.
Como ficar intocada
Presa a padrão?
Mariano radicaliza:
Diz que, se um dia alguém
Conseguir tal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2010/10/pessoas-felizes.jpg"><img src="http://www.lourdeslimeira.com.br/wp-content/uploads/2010/10/pessoas-felizes-150x150.jpg" alt="" title="pessoas felizes" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-707" /></a>Vladimir Maiakóvski em uma de suas célebres frases<br />
Disse : “Eu não forneço regra prá que uma pessoa<br />
torne-se poeta ou escreva versos. E, em geral,<br />
tais regras não existem. Chama-se poeta<br />
justamente quem cria estas regras poéticas.”<br />
Confabulo:<br />
 O Verso nasce da sublimação<br />
Do tesão<br />
Da perseguição<br />
E também da submissão.</p>
<p>Como ficar intocada<br />
Presa a padrão?</p>
<p>Mariano radicaliza:<br />
Diz que, se um dia alguém<br />
Conseguir tal proeza<br />
Prefere plantar bananeira.</p>
<p>A esse respeito, digo-te leitora<br />
Que se isso acontecer<br />
A poesia vira cocô de boi<br />
E, portanto, com ele também já me vou<br />
Plantar uma bananeira de primeira<br />
Ou fazer uma munganga qualquer.</p>
<p>Eu sei por que Augusto de Campos<br />
Tornou-se um concretista roxo<br />
Quis mais, foi muito além<br />
Escreveu como ninguém<br />
A arte planificada.</p>
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